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Vídeo de mulher agredindo cão é investigado pela polícia em GO

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Suspeita apresentou-se com advogado à delegacia, mas não depôs. Agressões são feitas em frente a uma criança e causam polêmica na web.

Cãozinho foi torturado até a morte. (Imagem: Reprodução / G1)Cãozinho foi torturado até a morte. (Imagem: Reprodução / G1)A Polícia Civil de Formosa, cidade de Goiás localizada no Entorno do Distrito Federal, abriu inquérito há 25 dias para investigar uma denúncia anônima de maus-tratos a um cachorro que aparenta ser da raça Yorkshire. Segundo o delegado que investiga o caso, Carlos Firmino Dantas, o cachorro morreu.

A agressão foi filmada e o vídeo, divulgado no YouTube. Nas imagens, uma mulher agride o cão na frente de uma criança. O animal chega a ser arremessado para o alto e preso dentro de um balde.

Segundo o delegado, a mulher se apresentou na delegacia acompanhada de um advogado, mas não prestou depoimento. O G1 buscou contato com a responsável pelo cão através dos telefones divulgados juntamente com a denúncia na internet.

Assista ao vídeo


Mulher é flagrada torturando cãozinho até a morte, em Formosa (GO). Uma enfermeira foi filmada espancando um cachorro da raça yorkshire diante da filha. As imagens foram parar na internet. A polícia já ouviu o depoimento da mulher, que pode ser presa. (Jornal Hoje - 16/12 / YouTube)

O G1 esteve na casa onde a mulher vive com o marido e uma filha, a que aparece na gravação. O apartamento estava fechado e ninguém atendeu à campainha. Policiais que estiveram pela manhã na casa da mulher para pedir que ela evitasse aparecer em público devido à repercussão negativa do caso também não encontraram ninguém no apartamento.

O marido da mulher, que é médico, foi trabalhar de manhã em um posto de saúde da cidade, mas deixou de atender às 10h e suspendeu as consultas agendadas para o período da tarde. Na quinta-feira à noite, a equipe de reportagem conversou por telefone com uma mulher que, no início, disse ter uma filha com o mesmo nome citado na investigação. Mas, após ver o vídeo, negou que ela fosse sua filha.

O delegado Dantas disse que um inquérito foi aberto no dia 21 de novembro após a polícia ter recebido uma denúncia anônima e uma cópia do vídeo da agressão ao animal. Segundo ele, a dona do cachorro afirmou que agrediu o animal porque estava em um "mau dia".

O vídeo mostra a mulher chutando o cachorro e jogando o animal no chão. A gravação foi feita do alto, do que aparenta ser um andar com vista para a área de serviço da casa da mulher.

O vídeo de 3min26seg registra três momentos distintos, e a mulher aparece com roupas diferentes na gravação. O cachorro não se mexe depois das agressões. A mulher chega a colocar um balde sobre o animal.

Delegado da 1ª Delegacia de Formosa (GO), Carlos Firmino Dantas. (Foto: Rafaela Céo / G1)Delegado da 1ª Delegacia de Formosa (GO), Carlos Firmino Dantas. (Foto: Rafaela Céo / G1)Dantas disse que a pena prevista por maus-tratos pode chegar a até dois anos, caso a mulher seja processada e condenada. Como as agressões ocorreram em frente a uma criança, ele disse que a mulher pode ainda ser denunciada com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O caso provocou repercussão nas redes sociais. O vídeo, publicado na quarta (14), teve mais de 320 mil visualizações até por volta das 10h desta sexta.

No Twitter, a vereadora Heloísa Helena (PSOL), que é ex-senadora e cumpre mandato atual na Câmara Municipal de por Maceió, anunciou que serão formalizadas ações no Ministério Público e defendeu a aprovação de lei contra maus-tratos dos animais.

O vereador Elias Vaz de Andrade (PSOL) anunciou que vai entrar com representação na delegacia-geral de Formosa nesta manhã.

Vizinhos descrevem suspeita de matar cão como 'supertranquila'

Vídeo mostra mulher maltratando animal; polícia diz que cão morreu. 'Às vezes ela não matou o cachorro por querer', afirmou uma vizinha.

Assista ao vídeo


Mulher que agrediu e matou cão diz que nada vai acontecer com ela. A enfermeira Camila Corrêa, que foi flagrada num vídeo torturando um cãozinho da raça yorkshire, lançou um desafio na internet. Em seu Twitter, ela mostra não ter medo de denúncias e xingamentos e garante que nada vai acontecer. (DFTV 2ª Edição - 16/12 / YouTube)

Vizinhos da mulher suspeita de espancar e matar um cachorro da raça yorkshire a descrevem como "calma", "boa pessoa" e "supertranquila".

O G1 esteve duas vezes nesta sexta-feira (16) no edifício onde a suspeita mora, no começo da manhã e no início da tarde, mas o apartamento dela estava fechado e ninguém atendeu ao interfone.

A reportagem tentou falar com moradores de todos os outros cinco apartamentos do prédio de dois andares onde mora a mulher – dois falaram com o G1, um não quis dar declarações e outros dois não atenderam ao interfone.

Moradora do mesmo andar da mulher, Annelise Maschke afirmou que mudou para o prédio no mesmo dia que a suspeita de maltratar e matar o cão, em junho passado.

"Ela é minha vizinha de porta. É uma pessoa supertranquila, muito calma. A filha dela parece ser feliz, uma menina que brinca e conversa bastante. Nunca ouvi nada e nem sabia que ela tinha cachorro. Ela nunca falou sobre isso", disse.

Uma mulher que mora do outro lado da rua, que não quis se identificar, afirmou que a suspeita é "boa pessoa" e que mantinha uma relação cordial com ela. Ela disse achar que o caso tenha sido um mal-entendido. "Às vezes ela não matou o cachorro por querer", afirmou.

Um vizinho que mora no mesmo prédio da suspeita, no entanto, disse que já tinha ouvido barulho do cachorro chorando. Ele não quis se identificar e falou com a reportagem pelo interfone do prédio.

O marido da suspeita, um médico que trabalha em posto de saúde da cidade, também não foi encontrado em seu local de trabalho. Funcionários que estiveram com ele pela manhã informaram que o médico estava "nervoso".

"Tinha visto o vídeo na internet ontem [quinta-feira], não sabia que era a mulher dele. Agora, faz sentido o jeito que ele estava hoje pela manhã", comentou uma funcionária do posto de saúde.

O médico deixou o plantão por volta das 10h e suspendeu as consultas agendadas para a tarde, segundo a funcionária de outro posto.

Ministério Público

Prédio em Formosa onde mora suspeita de agredir e matar cachorro. (Foto: Rafaela Céo / G1)Prédio em Formosa onde mora suspeita de agredir e matar cachorro. (Foto: Rafaela Céo / G1)A agressão ao animal foi filmada e o vídeo, divulgado no YouTube. Nas imagens, a mulher agride o cão na frente de uma criança. O animal chega a ser arremessado para o alto e preso dentro de um balde. Segundo a polícia, o cão morreu.

O Ministério Público de Goiás informou ao G1 que só deve decidir se oferece denúncia contra a mulher após a conclusão do inquérito policial. Dependendo do resultado da investigação, o MP pode pedir novas diligências.

O delegado que investiga o caso, Carlos Firmino Dantas, disse que a pena prevista por maus-tratos pode chegar a até dois anos, caso a mulher seja processada e condenada. Como as agressões ocorreram em frente a uma criança, ele disse que a mulher pode ainda ser denunciada com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Mobilização nacional: Petição para caso do yorkshire atinge mais de 245 mil assinaturas em 24h

Está havendo uma comoção nacional por conta deste ato bárbaro que aconteceu em Goiás, em que uma pessoa de forma monstruosa agrediu um animal sem piedade até a morte.

Assista ao vídeo / YouTUBE

Flagrante de crueldade: Enfermeira mata cão yorkshire a pancadas em GO. (YouTUBE)

Em menos de 24h, mais de 245 mil pessoas já assinaram a petição online criada para pedir uma punição justa contra a agressora que espancou e matou o próprio cão na frente de uma criança.

A legislação brasileira ainda aplica penas brandas a quem pratica crime de crueldade contra animais. Segundo a advogada de causa animal Vanice Teixeira Orlandi, a polícia iniciou a investigação, mas, como o caso de crueldade animal é considerado de pequeno potencial ofensivo, a pessoa não deverá responder a processo. "O que acontece é que o promotor propõe a transação penal, que é um acordo. Nesse acordo é imposta alguma pena restritiva de direitos, uma multa baixa, uma prestação de serviços. A pessoa se livra do processo e o fato de ela celebrar esse acordo não implica num reconhecimento de culpa", explica Vanice, advogada e presidente da União Internacional Protetora dos Animais (UIPA).

Reação contra as brechas favoráveis à impunidade

Neste momento, o deputado estadual Feliciano Filho conta que está enviando ao procurador geral do estado de Goiás duas solicitações. "A primeira é para que este caso por ele seja tratado de forma exemplar e esta criminosa seja punida", afirma o deputado.

"A segunda solicitação é de que ele institua no estado de Goiás, um grupo especial de promotores para cuidar da causa animal da mesma forma que conseguimos aqui no estado de São Paulo com muita luta e empenho pessoal. Existem dois projetos de lei de minha autoria tramitando para aumentar a punição às pessoas que cometem atos de crueldade contra os animais. O primeiro trata-se do PL 7199/2010 que está para ser votado na ordem do dia em Brasília e que foi protocolado pela bancada do PV a meu pedido. Se aprovado for, aumentará a pena do artigo 32 da lei 9.605 e os criminosos realmente serão punidos. O segundo trata-se do PL849/11, que está tramitando na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e estabelece uma multa alta para as pessoas que cometem crueldade contra animais sem prejuízo às leis federais criminais vigentes", declara Feliciano, reforçando que está atuando tanto na esfera estadual como na federal para que os crimes cometidos contra animais não fiquem impunes.

Fonte: G1

 

Última atualização em Seg, 02 de Julho de 2012 10:08

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