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Em Goiânia, pessoas se unem para proteger cães vítimas de maus-tratos

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No Setor Marista, voluntárias recolhem animais das ruas e levam para canil. Delegado de Formosa diz que crime contra Yorkshire já está comprovado.

Cachorro recolhido na rua é um dos 15 disponíveis para adoção (Foto: Reprodução / TV Anhanguera)Cachorro recolhido na rua é um dos 15 disponíveis para adoção (Foto: Reprodução / TV Anhanguera)Comoveu gente do Brasil inteiro a imagem de um cachorro espancado pela própria dona, em Formosa, cidade goiana no Entorno do Distrito Federal (confira o vídeo abaixo) . O sofrimento de seres indefesos, como o cãozinho da raça Yorkshire mobiliza gente como as protetoras independentes dos animais, em Goiânia.

Instaladas em um canil no Setor Marista, donas de casa se uniram a um veterinário para resgatar das ruas cachorros em situação de risco. Atualmente contam 15 cães, todos abandonados ou vítimas de maus-tratos. Depois que chegam ao local, eles recebem cuidados, carinho e são encaminhados a uma nova família.

São cães como Feliz, um vira-lata espancado pelo dono que teve a coluna fraturada. Hoje, ele ainda manca, mas brinca alegre no gramado do canil. Em pouco mais de um ano, 60 cachorros foram encaminhados à adoção após passarem pelo local.

"A gratidão que os animais têm pelo que fazemos por eles é imensa. Eles são fantásticos", resume Rita Azem, uma das protetoras independentes.

Crime comprovado

Em exemplo oposto ao das protetoras, o vídeo onde uma enfermeira de Formosa aparece espancando um cachorro da raça yorkshire, divulgado na internet, causa polêmica há dois dias. Nele, a mulher aparece agredindo o animal na frente da filha, uma menina de 2 anos. As imagens foram deixadas na Delegacia Regional de Formosa e o crime está sendo investigado há cerca de um mês.

Assista ao vídeo


Polícia promete investigar crime contra a criança que viu agressão a cachorro. De acordo com o delegado de Formosa (GO), Carlos Firmino Dantas, a polícia está averiguando se há crime contra a criança que presenciou as cenas de violência. (YouTube)

A situação da enfermeira pode ser agravada porque a agressão ocorreu na frente da criança. "A materialidade do crime ambiental já está comprovada. Estamos agora averiguando se há crime contra a criança. Se ela sofreu maus-tratos ou algum constrangimento", disse o delegado Carlos Firmino Dantas, responsável pelo caso.

Maltratar animais é crime previsto no artigo 32 da Lei Federal nº.9.605/98, com detenção de três meses a um ano e multa. A pena é aumentada em um terço em caso de morte do animal.

Fonte: G1

 

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