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Dicas: incluir o animal de estimação nas suas viagens

Confira algumas das principais dicas para que o seu animal de estimação possa participar nas viagens de família, seja um cão, ou um gato.

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Veja dicas de como incluir o seu amigo de quatro patas nas suas aventuras.

Viajar com animais de estimação nem sempre é uma tarefa fácil. Muitas famílias optam por excluí-los, mas a verdade é que existem formas muito simples de os enquadrar numa nova rotina, mesmo que curta. Confira algumas das principais dicas para que o seu animal de estimação possa participar nas viagens de família, seja um cão, ou um gato.

O mais importante de tudo, é ter em conta as necessidades do bicho. Tal como as crianças e os adultos, o animal necessita dos seus 'acessórios' de higiene e brinquedos para se manter divertido. Mas antes disso, é preciso ter em conta outros aspetos.

Em primeiro lugar, deve ser encontrado um hotel ou casa em que o animal seja aceito e que as férias sejam 'suportáveis' para o animal, estando, desde já, excluídas daqui as viagens que têm como objetivo um turismo mais citadino e a visita a museus e locais fechados.

No caso do cão, se este ladra muito, escolha uma casa térrea ou um quarto mais isolado para que os outros hóspedes não sejam incomodados.

Depois disto, é importante que, numa primeira viagem, o animal não esteja muitos dias fora de casa, por isso, cabe aos tutores optar por estadias curtas na primeira viagem. Um fim de semana é a opção ideal.

Se a viagem for muito longa, fale com um veterinário para saber qual a melhor alternativa para o animal não enjoar ou ficar stressado. Escolha fazer a viagem em horários mais calmos e não o alimente até três horas antes. Se for de carro evite as horas de ponta, coloque o cinto de segurança ou uma cadeirinha especial e faça algumas pausas durante o percurso, é importante que o animal apanhe um pouco de ar e faça as suas necessidades.

Não se esqueça do livro de vacinas, de uma mala de primeiros socorros para o bicho, nem dos medicamentos que por norma toma, se for o caso. A ração deve também viajar consigo, já que é importante que o animal não mude os seus hábitos alimentares.

Confira no vídeo, abaixo, algumas orientações para transporte seguro de animais durante viagens.

Assista ao vídeo / TV Centro América

Dicas do Dr. Marcelo Quinzani

Como viajar com animais de estimação? Se você vai viajar, seja de avião ou de ônibus, e quer levar seu bichinho, fique atento a algumas dicas para garantir o bem-estar do seu pet. O Dr. Marcelo Quinzani, do Hospital 24 horas Pet Care, fornece informações importantes para sua viagem ser tranquila.

1. Como é determinado quais animais podem ser transportados como bagagem de mão e quais devem ir para o compartimento de bagagens?

Um animal com limite de 15 kg pode ser levado na cabine como bagagem de mão. A partir desse peso, deve ser levado no compartimento de cargas.

2. Um animal que viaja com a família frequentemente pode sofrer algum dano na saúde?

Os animais só devem viajar em caso de necessidade. Normalmente, o mais comum é cães e gatos acompanharem os tutores nas pequenas viagens de final de semana ou férias. À princípio, não se estressam, principalmente se tiver acostumado. Deve-se lembrar que não se recomenda transportar fêmeas prenhes, animais idosos, principalmente aqueles com diagnóstico de algumas doenças cardio-respiratórias ou neurológicas.

3. Quais cuidados devem ser tomados em relação a alimentação do animal durante a viagem?

A maioria dos animais enjoa durante a viagem e, por conta disso, não devem ser alimentados pelo menos 3 horas antes da partida. A oferta de água deve ser constante, mas o volume oferecido deve ser controlado para diminuir a produção de urina e possíveis vômitos. Alguns animais podem e devem receber medicação para enjoo, mas sempre sob a orientação e prescrição de um Médico Veterinário.

4. Quais são os documentos necessários (exigidos) para a viagem?

Para transporte dentro do território nacional, os cães e gatos devem apresentar um atestado de saúde emitido por um veterinário, uma Guia de Transporte Animal (GTA) emitido por veterinários credenciados junto ao Ministério da Agricultura, atestando a sanidade do animal e carteira de vacina atualizada. Para cães com até 4 meses de idade não é necessário atestado de vacina anti-rábica. A partir de 4 meses de idade, o animal deve ser imunizado com a vacina anti rábica que deve ser aplicada em um período mínimo de 30 dias e máximo de 1 ano. O GTA tem validade de 7 dias para apenas um sentido da viagem, especificando, desta forma, os pontos de partida e chegada. Assim, na volta será necessário providenciar outra guia de GTA. Todos esses documentos são exigidos para o transporte aéreo e terrestre. No transporte em carros, além dos documentos necessários e dos cuidados com a segurança e conforto (caixas de transporte e/ou cintos de segurança), deve-se tomar alguns cuidados especiais com a temperatura ambiente, de preferência, às horas mais frescas do dia, ou viajar durante a noite. Se possível, o uso do ar condicionado deve ser usado durante todo o trajeto.

Assista ao vídeo / Exigências ao viajar com animais

5. Qual é a maneira segura e correta de transportar os cães de grande porte durante uma viagem aérea?

As companhias aéreas determinam o tamanho da caixa de transporte de acordo com o peso e tamanho do animal. Os cuidados de preparo são os mesmos exigidos para animais de pequeno porte. Jejum alimentar de no mínimo 3 horas, deixar o animal urinar e defecar antes de colocá-lo na caixa de transporte. Se o animal estiver acostumado, colocar uma roupa para aquecê-lo devido ao frio do compartimento de carga. O uso de sedativo pode ser uma exigência da companhia, e deve ser avaliado pelo médico veterinário responsável pelo animal. O animal deve portar uma coleira com identificação, assim como a identificação da caixa de transporte. Dependendo do tempo de viagem, outros cuidados podem ser indicados, como a oferta de água durante o trajeto.

6. Essas recomendações mudam quando se tratam de cães de pequeno porte, gatos ou outros animais?

Não. Normalmente os cuidados são os mesmos. O que muda de acordo com o peso do animal é o local onde pode ser transportado (cabine ou compartimento de carga) de acordo com o tamanho da caixa de transporte.

7. Do ponto de vista da saúde e do conforto do animal, quais são as dicas para que o tutor escolha corretamente o acessório de transporte (ventilação, tamanho da caixa ou da bolsa etc.)?

As caixas seguem um padrão mundial. Quando é levado na cabine (junto com o tutor) as caixas podem apresentar um padrão diferente: ser de tecido, mais aberta ou mais fechada, entre outros.

8. Todos os animais devem ser sedados antes de realizarem uma viagem aérea? Quem deve avaliar essa necessidade e o que é levado em consideração antes da tomada dessa decisão?

Existem companhias aéreas que exigem a sedação. As companhias americanas não recomendam. O uso de sedativo deve ser sempre prescrito por um Médico Veterinário se assim achar necessário e deve sempre ser feita uma avaliação clínica do animal antes, e se julgar necessário, outros exames podem ser exigidos, antes da prescrição do uso de sedativos. A dose é sempre calculada de acordo com o peso do animal. Animais epiléticos, neuropatas, hepatopatas, nefropatas, cardiopatas ou com algum problema respiratório e/ou muito obesos devem evitar o uso de sedativos.

9. Quais os cuidados que devem ser realizados previamente?

Antes da prescrição de um sedativo, o animal deve ser avaliado por um Médico Veterinário.

10. Qual a importância de realizar um check up no animal antes de uma viagem? O que deve ser avaliado?

Saber se existe algum impedimento para a viagem e/ou sedação. Animais doentes não devem ser transportados e, invariavelmente, não podem entrar na maioria dos países. Portadores de doenças infecciosas, com pulgas, carrapatos, miíases ou outros parasitas não podem viajar. As vacinas devem estar atualizadas e o animal, se for ser sedado, deve estar em condições de receber esse medicamento sem nenhum risco para sua saúde. A avaliação clínica é que vai determinar quais exames devem ser feitos antes da viagem.

11. De que maneira o Médico Veterinário pode auxiliar os tutores antes das viagens?

Oferecendo avaliação clínica, vacinação, colocação de microchips, emissão do atestado de saúde e do GTA, prescrição e orientações sobre sedação, se necessário, orientações sobre exigências de transporte das diferentes companhias aéreas e países, entre outros. Para animais que pretendem ingressar na Comunidade Europeia, a dosagem de anticorpos anti rábica é obrigatória. Nesse caso, a coleta pode ser feita no hospital e o envio do material segue para o instituto Pasteur.

Com informações do Notícias ao Minuto e Blog Pet Care

Anúncio da APIPA | 03/NOVEMBRO/2018

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