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Inglaterra quer proibir venda de filhotes menores de seis meses

A Inglaterra abre uma consulta pública com objetivo de proibir a comercialização, em petshops, de filhotes de cães e gatos que tenham menos de seis meses de vida. A ideia é restringir a exploração comercial de filhotes, de modo a minimizar o sofrimento dos bichos vítimas desta indústria perversa.

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A Inglaterra abre uma consulta pública com objetivo de proibir a comercialização, em petshops, de filhotes de cães e gatos que tenham menos de seis meses de vida. A ideia é restringir a exploração comercial de filhotes, de modo a minimizar o sofrimento dos bichos vítimas desta indústria perversa.

Durante cinco anos, Lucy foi obrigada a ter sucessivas ninhadas para gerar lucro para um criador inescrupuloso. Esta sofrida cadelinha, explorada como matriz numa 'fábrica de filhotes', motiva agora um importante debate e pode virar nome de lei na Inglaterra. E o debate já começa a dar resultado positivo, a venda de filhotes com menos de dois meses de vida foi proibida. A Inglaterra também quer proibir a venda, em petshops, de filhotes de cães e gatos com idade inferior a seis meses.

Assista ao vídeo

A cadelinha Lucy nasceu e cresceu numa fazenda, onde foi brutalmente explora para dar lucro, e mantida em péssimas condições. Seus filhotes iam embora muito cedo, pois eram rapidamente vendidos, antes que perdessem valor de mercado. A bichinha foi resgatada em 2013 com lesões na coluna e tinha crises de epilepsia. Morreu três anos depois.

Um dos envolvidos na campanha diz que Lucy estava numa espécie de cela, largada, mal tinha contato com ser humano. Outras histórias começaram a surgir, como a de uma mulher que comprou um cachorrinho que morreu quatro dias depois. Ela descobriu que o cãozinho estava com um vírus e que tinha sido criado num lugar sujo e malcuidado.

Começou-se um debate nacional e o ministro do Meio Ambiente abraçou a causa. Como resultado, estabeleceu-se que filhotes com idade inferior a dois meses não poderão mais ser vendidos. E uma consulta pública que pode deixar a norma ainda mais rigorosa foi aberta nesta quarta-feira (22) com objetivo de proibir, a partir de outubro, que filhotes com menos de seis meses de vida sejam comercializados em petshops. Com esta medida, espera-se que mais pessoas busquem adotar cães e gatos dos abrigos que resgatam e assistem animais carentes. A ideia é também fazer com que esta lógica comercial perversa, ainda tão forte no mundo inteiro, não prejudique inda mais a saúde e o bem-estar dos bichos.

No Brasil ainda não existe uma legislação federal sobre o assunto. Mas, na cidade de São Paulo, legislação municipal determina que um filhote só pode ser vendido, doado ou trocado depois de dois meses de vida.

Campanha de sensibilização em torno do caso de Lucy

Com a repercussão do caso de Lucy, foi lançada uma petição dirigida ao Parlamento britânico para que se controle mais rigidamente a venda de pets. O pedido recebeu cerca de 150 mil assinaturas. E a consulta pública acontece depois de uma intensa campanha de sensibilização em torno do caso desta cadelinha brutalmente maltratada e explorada como matriz de procriação, forçada a dar à luz várias vezes ao ano para gerar lucro fácil para criador inescrupuloso, numa história que comoveu os britânicos.

'Um criador pensou que eu não tinha valor quando não conseguia mais produzir filhotes', diz cartaz em campanha por Lucy. (Foto: Lisa Garner / Mirror)'Um criador pensou que eu não tinha valor quando não conseguia mais produzir filhotes', diz cartaz em campanha por Lucy. (Foto: Lisa Garner / Mirror)

A medida pretende atacar práticas como o abuso de fêmeas exploradas como matriz de procriação, a separação precoce dos filhotes da mãe, sua introdução em ambientes novos e inadequados, entre outras práticas perversas.

"Tudo isso pode contribuir para graves problemas de saúde e de socialização. As pessoas que se descuidam completamente do bem-estar dos animais não poderão mais se aproveitar desse comércio miserável", afirma Michael Gove, secretário do Meio Ambiente.

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